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Dentre as exposições
produzidas pelo Museu, destacam-se:
Herança Africana no Universo Baiano -
Um Filá de Liberdade
A exposição Herança Africana no Universo Baiano – Um Filá de Liberdade traz para o Museu Carlos Costa Pinto, de 14 de Agosto a 14 de novembro de 2008, um recorte da imensa herança africana, através do resgate da identidade visual materializada nas jóias e roupas usadas por matriarcas do candomblé e seus desdobramentos atuais, contrapondo a religiosidade de matriz africana com a modernidade e a tradição nos adereços e vestes tão utilizados nos dias de hoje.
A mostra, patrocinada pelo Governo do Estado da Bahia através do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, tem curadoria da museóloga e historiadora Solange Godoy. O acervo exposto está dividido em três módulos: Soberania e Encanto; Legado e Estilo; Patrimônio e Memória.
Fazem parte do acervo que compõem os espaços, vestimentas e jóias de alguns terreiros da cidade, como: Casa Branca, Terreiro do Gantois, Ilê Axé Opô Afonjá, Terreiro do Bogum, Pilão de Prata e Terreiro São Jorge Filho da Goméia. Além deles, 2 manequins com vestes do Museu do Traje e do Têxtil, da Fundação Instituto Feminino da Bahia, ilustram as roupas típicas das crioulas baianas oitocentistas de uso diário e festivo. Designers de jóias e estilistas como Annete Sorim, Soudam, Roney George, Márcia Ganem, Chico da Prata, Lúcia Lima e Mônica Anjos são também destaques na exposição.
O público conta ainda com uma mostra paralela de: vídeos, palestras e oficinas, que vão acontecer no auditório do próprio museu e em alguns ateliers da cidade.
Confira a programação:
Palestras:
25/08 – “Jóias afirmativas”, Ana Beatriz Simon Factum. Auditório do Museu, às 16:00h.
27/08 – “Vestidas como deusas”, Nancy de Souza e Silva. Auditório do Museu, às 16:00h.
15/09 – “A riqueza do traje”, Ana Lúcia Uchoa, Joseania Miranda Freitas e Luzia Gomes. Auditório do Museu, às 16:00h.
Oficinas:
26/08, 05/09 e – Jóias, com a designer Annete Sorin. Auditório do Museu, às 15:00h.
17/09 – Bordado, com Gilcélia Pinto. No Atelier Valclides Sales, às 14:00h.
02/10 – Alaká (pano-da-costa). Na Kula Tecelagem, às 14:00h.
Projeção de filmes:
27/08 – “Kiriku e a feiticeira”. Auditório do Museu, às 15:00h.
24/09 – “Na rota dos orixás”. Auditório do Museu, às 16:00h.
08/10 – “A dama das águas”. Auditório do Museu, às 16:00h.
CIVILIZAÇÃO E COBRE - 2008
A exposição CIVILIZAÇÃO E COBRE compreendeu três módulos: Beleza Milenar, Presença Universal e Cobre Escondido. Por meio desta mostra, o público conheceu os mais antigos e diversos usos do metal vermelho, apreciando objetos artísticos de extraordinária maestria e beleza bem como os invisíveis usos atuais do cobre, que nos cercam diariamente em nossos lares e lugares de trabalho. Essa exposição apresentou o cobre em três diversos ângulos que, em conjunto pretendeu dar uma visão
global da importância que teve, tem e continuará tendo no desenvolvimento da humanidade.
A Codelco ( Corporación Nacional del Cobre de Chile) é uma empresa chilena estatal de mineração de cobre, que possui uma coleção com mais de 3.000 peças procedentes de várias épocas e lugares. Esses objetos mostram a importância do cobre no desenvolvimento da humanidade da pré-história aos dias atuais. Objetivando divulgar a importante trajetória desse material ao público baiano, o Museu Carlos Costa Pinto exibiu de 24 de setembro a 04 de novembro de 2007 uma parte da coleção Codelco, compreendendo cerca de 500 exemplares.
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“O que é que a Bahia tem: Ourivesaria do Museu Carlos Costa Pinto - Salvador” - 2006
Exposição realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, acompanhada de catálogo com textos, fruto de elaboradas pesquisas, e belas fotos. Foram expostas cerca de 300 peças da coleção do Museu Carlos Costa Pinto, entre prataria, balangandans e jóias de crioulas.
O público paulista pode apreciar a singular coleção de jóias de crioulas e as emblemáticas pencas de balangandans, usadas pelas negras baianas, cheias de significado e simbologia.
Grandiosa também é a prataria do Museu - civil, religiosa e regional, os exemplares expostos nessa exposição foram provenientes das antigas famílias baianas, igrejas e conventos.
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SANT’ANA: COLEÇÃO
ANGELA GUTIERREZ - 2002
A coleção Ângela
Gutierrez de imagens de Sant’Ana compreende exemplares brasileiros,
eruditos e populares, dos séculos XVII, XVIII e XIX. Foram
expostas 200 peças em madeira, terracota, pedra-sabão,
marfim e pedra-talco. Esse magnífico conjunto de arte sacra
cristã possibilitou uma reflexão sobre os múltiplos
aspectos que envolvem a devoção, o culto e sua expansão
no cenário barroco brasileiro. Na data da abertura da exposição,
26 de setembro, foi lançado em Salvador o livro sobre Sant’Anas,
idealizado pelo Instituto Cultural Flávio Gutierrez.
O SAGRADO E O PROFANO NA COLEÇÃO BEATRIZ E MÁRIO PIMENTA CAMARGO – 2001
Essa exposição reabriu as salas de exposições temporárias do Museu. Assim como a coleção do casal Carlos e Margarida Costa Pinto, que originou o Museu, a coleção do casal Beatriz e Mário Pimenta Camargo é fruto de uma história de amor. Para a exposição foram selecionados móveis em miniatura e objetos de prataria sacra e profana. Na ocasião foi lançado um catálogo da exposição.

CANA: DOCE AMARGO - 1998
Em comemoração aos 30 anos do Museu, a exposição CANA: DOCE AMARGO foi pensada a partir da figura do Sr. Carlos Costa Pinto, que exerceu sua atividade comercial e industrial como exportador de açúcar, assim prosperando e tornando-se um grande colecionador das artes. A exposição ocupou os jardins, onde foi ambientado um canavial e o andar térreo do Museu, onde foi montada uma réplica do escritório do Sr. Carlos. Módulos temáticos mostraram uma síntese histórica da indústria açucareira dos séculos XVI ao XX e nas vitrines e mesa de jantar, foram expostos porcelanas, faqueiros e cristais pertencentes às famílias proprietárias dos engenhos.

LASTRO DA ARTE ORIENTAL NA CULTURA BAIANA - 1997
Integrando as comemorações pelos 500 anos das descobertas portuguesas, a mostra reuniu peças de porcelana, marfim e laca dos séculos XVII ao XIX, além de jóias e indumentárias utilizadas por imperadores da China e outros povos orientais - acervos do Museu Carlos Costa Pinto e do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Constou também de fragmentos de porcelana chinesa encontradas na costa baiana, em 1668, no naufrágio da nau Galeão Sacramento - acervo do Museu Náutico da Bahia. A exposição reviveu os tempos em que a Bahia era ponto de parada obrigatória dos navios portugueses em direção ao Oriente.
A PRATA DA CASA - 1994
Exposição comemorativa dos 25 anos do Museu, com cerca
de 1.000 peças de sua coleção de prata, distribuídas
pelas vitrines das salas de modo didático, expondo a beleza
desses objetos, além de painéis explicativos sobre
o uso e a importância da prata. Esta exposição
marcou o Jubileu de Prata do Museu.
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