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A prata sempre foi metal precioso e ocupava, na
sociedade, um lugar à parte, não só pela ostentação
e luxo, como também pela capitação de patrimônio.
Até meados do séc. XIX não se conservavam peças
de prata pela razão de sua antiguidade, ou seu valor artístico.
Estes objetos constituíam uma reserva a ser fundida e transformada
em dinheiro, em caso de necessidade. Era, a Prata da Casa, a reserva
da família.
A maior coleção do Museu é a prataria, com
923 exemplares. São objetos sacros, civis e regionais, utilitários
e decorativos, dos séculos XVII ao XX, confeccionados no
Brasil, Portugal, Inglaterra, França e Alemanha.
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