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O brilho do ouro e da prata junto às
pedras preciosas lapidadas com esmero estão presentes nessa
coleção de 675 exemplares. São testemunhas
materiais da Bahia dos séculos XVIII, XIX, até as
primeiras décadas do século XX. Pertenceram, em sua
maioria, às tradicionais famílias da aristocracia
açucareira baiana.
O destaque maior vai para as jóias de crioula, usadas pelas
negras baianas, capítulo singular da nossa história.
Confeccionadas nos séculos XVIII e XIX, diferem das jóias
das senhoras brancas por seu aspecto exuberante.
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